Todo o Rio de Janeiro

MULHER LIVRE

Interesse

A mulher era vista como um mero objeto. Enquanto o homem caçava e pescava à mulher competia o desenvolvimento da agricultura e tarefas domésticas. A mulher nada mais era do que um objeto. Em algumas culturas o marido podia escolher o próximo marido de sua mulher em caso de morte; em outras, com a morte do marido, matavam-na e enterravam-na a fim de continuar servindo-o no outro mundo. Também o parentesco só se transmitia pelos homens, apenas por razões genéticas o impedimento matrimonial relativo à mulher era evocado. Consequentemente a mulher vivia enclausurada sem contato com o mundo exterior. Nas escolas, administradas pela igreja, somente lhes eram ensinadas técnicas manuais e domésticas. Esta ignorância lhe era imposta de forma a mantê-la subjugada desprovendo-a de conhecimentos que lhe permitissem pensar em igualdade de direitos. Era educada para sentir-se feliz como mero objeto porquanto só conhecia obrigações.

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Afinal somos nós mulheres livres?

O que defende, afinal, este grito à liberdade e à igualdade? Rita Matos Sociedade Tornozelos destapados costumavam ser considerados inadequados para as mulheres. Capa da Volkskrant Magazine desta semana. Matt Lambert, diretor da série Nowness Define Beauty, explora, num curto vídeo de três minutos as diferenças entre o mamilo feminino e masculino e o porquê de apenas um deles ser fechado e considerado inapropriado na maioria dos locais. Quem decide se uma percepção é sexual ou artística?