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Por Taina Aparecida Silva Santos. Nesse dia dos namoradXs, eu fiquei com vontade de falar sobre algumas coisas que têm visitado os meus pensamentos. Seguimos no caminho de aprender com as nossas diferenças! Contudo, eu, também, sinto a necessidade de trazer para esse debate mais reflexões sobre amor próprio e as escolhas que nós, mulheres, fazemos. Eu tenho certeza que, ao ler esse texto, muita gente vai dizer que falo isso, pois eu sou mulher privilegiada devido às características do meu corpo. Algo que numa sociedade machista e gordofóbica, com certeza faz a diferença! Pode até parecer que as representações dos corpos como o meu rendem, apenas, os ditos privilégios. Entretanto, em um mundo racista, essas representações fazem com que alguns dos meus professores fiquem me secando como se eu fosse um pedaço de carne no açougue, enquanto assisto as minhas aulas. Nunca estive à procura de um príncipe negro, muito menos do relacionamento de novela.

Senhoras para 615974

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A equipe da BBC News Brasil lê para você algumas de suas melhores reportagens Episódios Fim do Podcast Um argumento para aguardar um tempo mais de entrar em um novo relacionamento é que precisamos nos curar e amadurecer antes de conhecer alguém segundo. Depois de terminar, em média, as pessoas relatam cinco maneiras pelas quais cresceram de alguma forma. Porém, experimentos como esse dependem de medidas de crescimento autorreferidas, o que significa que algo um pouco mais complicado pode estar acontecendo no fundo. Posso significar que me sinto mais confiante, mas estou objetivamente mais confiante? Dizemos a nós mesmos que crescemos por fatura de uma tendência cognitiva chamada ilusões positivas. Mas se você se diz mais independente, isso faz um maromba. No entanto, onde você coloca a culpa pelo término, aí sim, afeta o seu crescimento pessoal. Foi sua culpa?

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Levantamentos mostram que as mulheres continuam subindo ao altar, e muito. Fazem isso sem os medos do passado e, em geral, se casam de segundo — e de novo se preciso for. Entre os casamentos que acontecem hoje no Brasil, a maioria exatamente é o de estreia, o primo de ambos os noivos. Por isso, quanto mais cedo se arrumasse um marido, mais tranquilos ficavam os pais. Nesse ponto, nem tudo mudou tão assim, conforme comprova a história da analista de mídias sociais Fernanda Poli, 31 anos. No entanto, hoje ela comemora a iniciativa.